Governo decreta situação de emergência hídrica no Paraná

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Não bastasse o novo coronavírus e todos os problemas decorrentes, uma outra crise se apresentou aos paranaenses de forma quase que concomitante.

O governo decretou, ontem, situação de emergência hídrica. A medida busca agilizar processos e evitar que a população possa ficar sem água por um longo período.

O que acontece é que desde junho do ano passado o Paraná vem registrando, mês a mês, índices pluviométricos bem abaixo da média histórica.

A estiagem, tanto no Estado como na Capital, é a pior das últimas duas décadas, pelo menos. Levantamentos iniciais do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) apontam que o período de escassez de chuvas deve se estender até setembro. De acordo com o Simepar, o déficit de chuvas atingiu o Estado de forma generalizada em abril, variando entre 30% a 90% dependendo da região.

Levantamento mais recente do Simepar revelou que há um déficit acumulado de chuvas para a região de Maringá e Londrina, de -15%. No geral, o acumulado negativo de pluviosidade é de aproximadamente – 30% no Paraná.

Não lave carros, feche a torneira quando não estiver utilizando e, quando for possível e não houver necessidade de água potável, opte por água de reúso, é a recomendação da Sanepar.