Psicólogo é preso por suspeita de abuso sexual contra criança de cinco anos

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Segundo polícia, homem levava menino até apartamento onde morava para cometer crime. Prisão preventiva ocorreu para apuração do caso e identificação de outras possíveis vítimas.

Um psicólogo foi preso na quarta-feira (7) em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, por suspeita de abuso sexual contra uma criança de cinco anos. As informações são do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) da Polícia Civil.

“Ele estava praticando atos libidinosos com esse paciente de cinco anos. Ele estava tirando esse paciente da clínica e levando até a casa dele. Lá ele estava praticando esses atos libidinosos com essa criança”, afirmou o delegado William Assunção.

Conforme a polícia, a denúncia foi feita pela mãe da criança que percebeu mudanças de comportamento do filho e ao conversar com ele, a criança relatou que os abusos que vinha sofrendo desde meados de 2023. O menino era atendido pelo profissional há dois anos.

A mãe revelou à polícia que o psicólogo sugeriu a ela uma nova terapia onde a criança sairia da clínica com ele para passeios na rua, que iriam auxiliar na interação do menino com outras pessoas.

“Nesses passeios (ele) levava a criança para o apartamento dele, duas quadras da clínica de psicologia e lá ele praticava esses atos libidinosos, atos sexuais contra a criança”, afirmou o delegado.

Após a denúncia, mãe e filho foram ouvidos por escuta especializada da delegacia. Depois disso, foi decretada a prisão do suspeito.

Segundo a polícia, a prisão do suspeito ocorreu de forma preventiva para apurar o caso e também para evitar o contato dele com outras crianças atendidas. A polícia agora apura se elas também podem ter sido vítimas dele.

O suspeito deverá responder por crime de estupro de vulnerável.

A polícia fez um alerta sobre a importância de que crianças façam atendimentos psicológicos, mas chamou a atenção para que pais e responsáveis fiquem sempre atentos à mudanças de humor e comportamento das crianças e também aos profissionais que são contratados para tais atendimentos.