




Caso de suposta violação de dados bancários em Cambira ganha nova versão
Na tarde do último domingo (27), o CN publicou o fato de que: por volta das 13h, a Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência no Centro de Cambira, envolvendo um possível caso de violação de dados bancários.
A denúncia partiu de um homem de 27 anos, que relatou que sua ex-companheira, de 25 anos, estaria acessando indevidamente sua conta bancária por meio do aplicativo da Caixa Econômica Federal e também pelo site gov.br.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem afirmou que, embora ainda não tenha sofrido prejuízo financeiro, as senhas de acesso estariam sendo constantemente alteradas pela ex-convivente, o que estaria lhe causando transtornos e insegurança. Ele foi orientado pela equipe policial quanto aos procedimentos legais cabíveis.
Após a publicação do caso, amigos da parte citada e testemunhas no processo, procuraram a reportagem para apresentar a outra versão dos fatos.
Segundo esses, a denúncia não condiz com a realidade. Afirmaram que ela conseguiu acesso à cópia da carteira de trabalho do ex-companheiro com o objetivo de solicitar na Justiça a revisão do valor da pensão alimentícia. Pois, anteriormente, o ex-marido alegava estar desempregado para pagar um valor abaixo do que deveria. Com a formalização do vínculo empregatício e o registro em carteira, ela solicitou o reajuste da pensão para que passasse a ser descontada diretamente em folha de pagamento, conforme determinado judicialmente.
E que, foi feito um acordo informal devido ao ex trabalhar sem registro. Após a separação, ela procurou resolver a questão de forma legal, especialmente após dificuldades em conseguir apoio para cuidados com os filhos fora dos dias de visita estipulados. Chegou a perder um emprego temporário por falta de suporte.
A situação segue sob análise das autoridades competentes e deverá ser apurada com base nos documentos apresentados por ambas as partes.





