




Efeito colateral fatal: Noite de amor termina em morte em casa de prostituição
Parece que o ditado “morrer feliz” ganhou um novo exemplo prático na tarde desta quarta-feira (25), em Santa Cruz do Sul, no interior do Rio Grande do Sul. Um homem de 57 anos bateu as botas (ou melhor, os sapatos) logo após um encontro íntimo em uma casa de entretenimento nada familiar.
Segundo a Polícia Civil, o senhor, que parecia disposto a fazer bonito, estava acompanhado de uma mulher de 38 anos e, pelo visto, não economizou nos esforços para impressionar. De acordo com o boletim de ocorrência, após o “momento de ação”, a acompanhante foi ao banheiro — provavelmente para respirar — e, ao voltar, encontrou o parceiro completamente estático. E não era charme: o homem não respondia a nenhum estímulo.

O Samu foi chamado imediatamente pela dona do local, mas apesar de todos os esforços de reanimação, o desfecho foi direto: o cavalheiro não resistiu e teve o que a gente pode chamar de um “clímax fatal”.
A principal suspeita é que o homem tenha sofrido um mal súbito, provavelmente com a ajuda generosa de alguns comprimidos para disfunção erétil. Aliás, no quarto, os policiais encontraram uma cartela de tadalafila com sete comprimidos — o que nos leva a crer que ele talvez tenha confundido “dose recomendada” com “desafio do século”.
O corpo foi levado ao Instituto-Geral de Perícias (IGP), que agora terá a missão de confirmar se o motivo da morte foi mesmo a overdose de entusiasmo farmacêutico ou outro fator oculto. A identidade do “galanteador final” não foi divulgada.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia de Santa Cruz do Sul, enquanto o restante da sociedade tenta processar a informação: sim, é possível exagerar até no prazer.





