Moradora de Cambira cai em “golpe do nudes” e perde dinheiro

Moradora de Cambira cai em “golpe do nudes” e perde dinheiro

A Polícia Militar de Cambira registrou, nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, uma ocorrência de estelionato envolvendo manipulação, chantagem e uso indevido do nome da polícia.

A vítima, uma mulher de 31 anos, contou que conheceu um homem pelo Facebook.

Ele se apresentava como um adolescente de 16 anos.

Eles conversaram por cerca de dois dias pelo WhatsApp, até que o suposto menor pediu que ela enviasse uma foto.

Ela aceitou… e, em seguida, o indivíduo enviou uma imagem dele de cueca, sem mostrar o rosto.

E aí começa o golpe.

No mesmo dia, ela recebeu uma ligação de um homem dizendo ser delegado de polícia.

O falso delegado afirmou que ela estaria aliciando um menor de idade e exigiu o pagamento de R$ 3.800,00 para evitar um suposto processo.

A vítima disse que não tinha esse dinheiro.

O golpista então perguntou quanto ela poderia pagar.

Ela respondeu que tinha apenas R$ 200, e o estelionatário aceitou na hora, orientando o pagamento via Pix para uma conta que ele indicou.

E a história não parou aí.

No mês seguinte, o golpista voltou a entrar em contato exigindo que ela pagasse R$ 200 por mês, até completar o valor total.

Com medo, a mulher fez os pagamentos por três meses consecutivos, até que uma amiga alertou que aquilo era um golpe.

Só então ela procurou a Polícia Militar, que prestou todas as orientações.

Esse tipo de golpe está ficando cada vez mais comum: criminosos se passam por menores, arrancam fotos e depois entram com a chantagem psicológica usando o nome da polícia.

E é bom deixar claro: polícia não liga pedindo dinheiro, não negocia pagamento e não ameaça processo por telefone.

Criminoso percebeu fragilidade emocional? Ele avança.

Por isso, desconfie sempre, nunca envie fotos íntimas e jamais faça Pix para desconhecidos.

O golpe só funciona porque o medo vence a razão — e é exatamente isso que esses caras exploram.

Fica o alerta!