Ocorrências de violência doméstica e vias de fato em Apucarana

Foto: Plantão maringá

Ocorrências de violência doméstica e vias de fato em Apucarana

O domingo (17 de agosto) foi marcado por várias situações de violência doméstica registradas pela Polícia Militar em Apucarana e região.

Primeiro caso – Por volta das 11h10, no Loteamento Residencial Sumatra II, uma mulher relatou que o marido, de 63 anos, costuma ofendê-la e já chegou a ameaçá-la com gasolina em outras ocasiões. Na data do registro, houve uma nova discussão. A vítima pediu apenas que ele deixasse a residência. O homem saiu do local e ambos foram orientados pela equipe.

Segundo caso – Às 13h40, no Jardim Catuaí, uma mulher de 57 anos informou ser constantemente agredida pelo companheiro, de 43 anos. Naquele momento houve apenas uma discussão, mas o homem acabou quebrando uma mesa de vidro e se feriu. O SAMU o encaminhou ao Hospital da Providência e, após checagem, a PM descobriu que havia contra ele um mandado de prisão em aberto. Após receber alta, ele foi preso e levado ao Mini Presídio de Apucarana.

Terceiro caso – Por volta de 16h20, no Patrimônio São Domingos, a Polícia Militar flagrou um casal, ele de 44 anos e ela de 30, se agredindo em frente à residência. Os dois estavam embriagados. Conforme relato do irmão da vítima, a briga começou por ciúmes e já durava desde as 14h. O SAMU foi acionado, mas os envolvidos recusaram atendimento e não quiseram representar. A mulher foi encaminhada à 17ª Subdivisão Policial.

Quarto caso – Já às 20h05, no Residencial Miriam, uma mulher de 34 anos denunciou o marido, de 37, por xingamentos, perseguição e tentativa de tomar seu celular. O agressor ainda a seguiu até a casa de uma vizinha, mesmo na presença do filho pequeno, de apenas 3 anos, que chorava durante a confusão. Ele acabou preso e levado à 17ª SDP junto da vítima.

Além disso, também houve registro de vias de fato: por volta das 13h, na Vila Colégio, três mulheres – de 19, 36 e 23 anos – disseram ter sido agredidas por outras mulheres, em razão de desavenças pessoais. Segundo as vítimas, algumas das envolvidas seriam ex-presidiárias. Todas fugiram após as agressões. As vítimas receberam orientações sobre os procedimentos cabíveis.